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Nossa História

Fundada no final dos anos 1980 pelo empresário Jorge Landmann e mais cinco sócios, a OPENCADD nasceu em São Paulo com um propósito claro: ampliar o acesso das empresas brasileiras às tecnologias que estavam transformando a engenharia e a indústria em todo o mundo.

Desde o início, a inovação esteve presente em nosso DNA. Em um período marcado por grandes transformações econômicas e tecnológicas no Brasil, a empresa foi criada para preencher uma importante lacuna no mercado, conectando profissionais e organizações às ferramentas que estavam redefinindo a forma de projetar, desenvolver e inovar.

A OPENCADD

A OPENCADD foi representante e distribuidora do software  AutoCAD, lançado em 1982 pela Autodesk Inc.

Nos primeiros anos de atuação, a OPENCADD tornou-se representante e distribuidora do AutoCAD, software lançado pela Autodesk em 1982 e responsável por impulsionar uma das maiores transformações da engenharia moderna. A popularização dessa tecnologia marcou a transição dos projetos desenvolvidos em papel e prancheta para ambientes digitais bidimensionais e tridimensionais, trazendo mais precisão, produtividade e eficiência para empresas de diferentes segmentos.

À medida que a computação evoluía rapidamente ao longo das décadas de 1980 e 1990, a OPENCADD ampliava sua capacidade técnica e consolidava sua atuação no mercado. Foi nesse contexto que a empresa passou a contar com a participação de Élia Matsumoto, profissional reconhecida nacionalmente por sua trajetória nas áreas de matemática e ciência da computação, fortalecendo ainda mais a base técnica e estratégica da organização.

Nas décadas seguintes, a OPENCADD acompanhou novas transformações tecnológicas que redefiniram a engenharia e o desenvolvimento de produtos. A empresa expandiu sua atuação para áreas relacionadas à modelagem matemática, simulação, sistemas embarcados, automação, desenvolvimento de algoritmos e transformação digital, tornando-se representante exclusiva da MathWorks no Brasil e contribuindo para que empresas, universidades e centros de pesquisa utilizassem tecnologias como MATLAB e Simulink para acelerar inovação, pesquisa e desenvolvimento.

Ao longo dessa jornada, participamos de projetos que ajudaram organizações a desenvolver produtos mais rapidamente, reduzir riscos, validar conceitos, otimizar processos e acelerar ciclos de inovação. Mais do que acompanhar a evolução tecnológica, ajudamos nossos clientes a transformar tecnologia em resultados concretos.

Foi justamente essa proximidade com os desafios da indústria que impulsionou nossa evolução.

Ao longo dos anos, percebemos que os maiores desafios das empresas já não estavam apenas no acesso à tecnologia, mas na capacidade de integrar dados, conectar processos, aumentar previsibilidade operacional e transformar informações em decisões mais inteligentes.

Essa percepção deu origem a um novo capítulo da nossa história.

Hoje, a OPENCADD atua como parceira estratégica em inteligência industrial, ajudando empresas a transformar operações complexas em ambientes mais eficientes, conectados e orientados por dados. Nossa atuação combina engenharia aplicada, inteligência operacional, análise de dados, otimização de processos, manutenção preditiva e desenvolvimento de soluções sob demanda para apoiar organizações que buscam aumentar competitividade, eficiência e capacidade de adaptação em um cenário cada vez mais dinâmico.

Embora nossa atuação tenha evoluído, nossa essência permanece a mesma.

Continuamos acreditando que a tecnologia é uma poderosa ferramenta de transformação. Continuamos investindo em conhecimento, inovação e desenvolvimento. E continuamos trabalhando lado a lado com nossos clientes para transformar desafios complexos em resultados reais.

Mais de 35 anos depois, seguimos construindo o futuro da indústria, agora conectando engenharia, dados e inteligência operacional para gerar impacto onde ele realmente importa: na operação.

Élia Matsumoto

“Meu pai me ajudou muito a tomar esta decisão. Afinal, os primeiros anos da década de 90 foram bastante traumáticos, com o confisco das cadernetas de poupança e, mais adiante, no final de 1992, o impeachment do primeiro de presidente da República eleito pelo voto direto após a redemocratização do país. Operávamos em meio a todo tipo de incertezas”

Élia Matsumoto

A partir daquela fase, quatro dos seis sócios deixaram a companhia, ocasião em que a nova gestão iniciou uma grande reestruturação nos departamentos de vendas, marketing e suporte ao cliente. Nesta época a OPENCADD também representava a HP para plotters, operação que durou cerca de um ano.

Paralelamente, a OPENCADD precisava resolver um gargalo que hoje não faria qualquer sentido em um mercado tão concorrido quanto o de tecnologia, mas que, à época, inviabilizaria qualquer negócio baseado em TI ou que tivesse alguma dependência dela – a importação de softwares, processo difícil e com impostos altíssimos.

Em função disso, a empresa aceitou o convite para representar, no Brasil, desenvolvedora de softwares de extrema importância para a sociedade acadêmica e a indústria – as soluções de engenharia. Com isso, a OPENCADD introduziu no país o conceito de Model-Based Design, presente até hoje nos mais importantes segmentos de produção brasileira.

Já em meados dos anos 1990, ainda com sua reorganização em andamento, a companhia contratou Douglas Oliveira como gerente de vendas, que se tornaria CEO da empresa em 2016. Em meio às diversas mudanças, ele optou por realizar uma ampla reestruturação, segmentando os departamentos em educacional, comercial e prestação de serviços.

Douglas oliveira

“ A OPENCADD tinha um grande desafio: criar a cultura de uso de novas tecnologias.”

Douglas oliveira

As ações acabaram abrindo caminho para impulsionar a OPENCADD a atender às demandas da chamada Indústria 3.0, ou Terceira Revolução Industrial, que englobou o avanço da inovação em campos como informática, telecomunicações e robótica.

Igualmente, esse reposicionamento estratégico teve o mesmo efeito no caso da Indústria 4.0, ou Quarta Revolução Industrial, da qual a OPENCADD foi pioneira, envolvendo uma vasta gama de tecnologias avançadas, como inteligência artificial, robótica, internet das coisas (IoT) e computação em nuvem. Esse processo está mudando velozmente os modelos de produção e de gestão de negócios no Brasil e no mundo.

A bem-sucedida estratégia levou a OPENCADD à consolidação no mercado nacional, tendo se tornado um dos maiores e mais relevantes players do segmento na América Latina.

Assim, a conquista de novos clientes se deu naturalmente, com a inclusão de vários segmentos, entre os quais universidades e companhias de tecnologia para projetos de alta complexidade.

“Ao olhar para trás, me sinto orgulhoso de todas as nossas conquistas, de todas as pessoas que, em algum momento, contribuíram para chegarmos a este elevado patamar”, afirma o presidente Jorge Landmann, enfatizando a revolução obtida principalmente nas áreas de engenharia, informática e educação profissional. “Nós colaboramos decisivamente para o desenvolvimento das empresas, da sociedade e do país”, complementa.

Jorge landmann

“Nós lidamos com gente. Nós gostamos de trabalhar com pessoas. Não olhamos apenas o recurso financeiro. Vamos além: cuidamos da nossa equipe e enxergamos soluções para um mundo melhor.”

Jorge landmann

Nossa gente

“Uma empresa se faz com processos, produtos e, principalmente,  pessoas, e esse tripé está no DNA da OPENCADD”

Destaca Landmann, lembrando da rápida adaptação necessária após a chegada da pandemia da covid-19, a partir de março de 2020 e durante a maior parte de 2021, período em que foi necessário adotar o regime de trabalho em home-office para seus 40 profissionais.

Embora houvesse uma insegurança generalizada no mercado sobre a eficácia de mudança do ambiente de trabalho tradicional para o doméstico, propenso a distrações de toda ordem, o apoio integral da empresa na realocação e adaptação dos colaboradores foi decisivo para a continuidade das atividades.

Segundo o gestor, a mudança foi positiva, com 100% de comprometimento. “Mesmo à distância, o trabalho em equipe mostrou engajamento, com os colaboradores buscando incansavelmente abrir portas em um momento tão complicado como aquele. Atualmente, todos continuam trabalhando remotamente, mas a ideia é promover ao menos duas reuniões mensais para cultivar a sociabilização. Afinal, somos conhecidos por cuidar da nossa gente, sempre enxergando soluções para um mundo melhor”, salienta.